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Liturgia do Dia

 
Comunidade Rio Branco
2003

Histórico

Álbum de Fotos - Capela São José Operário

    No ano de 1999 foi nomeado Pároco da Paróquia Santa Catarina, no Bairro Dom Joaquim, Brusque, o Reverendíssimo Pe. Bertolino Schlickmann.
    Nessa época a Paróquia era formada por quatro Comunidades: São Pedro (Bairro Cedro Grande);
São João Batista (Bairro Ribeirão do Mafra);
Nossa Senhora do Carmo (Bairro Tomás Coelho) e a Comunidade Matriz em Dom Joaquim.
    Pe. Bertolino acompanhava de perto os trabalhos das Pastorais, buscando sempre a formação de novas Comunidades. Junto ao Movimento Ovisa e à Pastoral Familiar, os primeiros passos dados nessa direção foram na Comunidade do Bairro Cristalina. Depois que a semente lá foi lançada, começou-se a pensar em outras localidades.
    Surgiu, então, o nome da Comunidade do Bairro Rio Branco. Mas, apesar dos esforços de Pe. Bertolino, as pessoas não sentiam a necessidade de se construir uma capela, alegando que, o Rio Branco está muito próximo a Dom Joaquim e ao Bairro Guarani, onde as Igrejas são grandes e acontecem Missas normalmente.
    Nessa época, algumas pessoas do Rio Branco eram membros da Pastoral Familiar da Comunidade Matriz em Dom Joaquim. Eram os casais: Maria e Geraldo Carminati (in memoriam) e Verônica e Adalberto Petermann (popular Nino). Segundo dona Maria, dona Verônica e seu Nino, Pe. Bertolino era um homem muito persistente. Ele começou a celebrar Missas nas casas, galpões e outros locais adequados, onde fomentava a ideia de construir uma capela dizendo que o Bairro estava crescendo muito e outras Igrejas estavam se instalando.
    No ano de 2001 iniciaram-se as Missas no pátio da escola, sempre aos Domingos, às 17h, de quinze em quinze dias. A senhora Nilma Maestri ajudava preparando e entoando os cantos e seu esposo, senhor Edemar Maestri (popular Nico), também colaborava junto com o senhor Onildo Pedrini. Outras pessoas arrumavam os bancos e nunca faltaram voluntários para colaborar na preparação do ambiente. A senhora Maria era funcionária da escola e por muitas vezes guardou os materiais usados nas celebrações nas dependências da própria escola, facilitando o trabalho do Padre que tinha que trazer tudo da Matriz.
    Embora Pe. Bertolino tenha lutado muito, não pôde ver seu sonho realizado.
Com problemas de saúde, faleceu no dia 15 de Julho de 2002.
    Até janeiro de 2003, o Administrador Paroquial foi o Reverendíssimo Pe. Tarcísio, que deu continuidade aos trabalhos da formação da Comunidade Rio Branco, solicitando nomes para formar o primeiro CAEP, Conselho para Assuntos Econômicos Paroquiais.
No mês de fevereiro de 2003 foi empossado como Pároco o Reverendíssimo
Pe. Adão Carlos Machado Marcelino. Em junho daquele ano aconteceu a primeira reunião do recém formado CAEP. Com a presença do Pároco, Pe. Adão Carlos, foram definidos alguns cargos e esclarecidas algumas dúvidas, assim como a escolha do Padroeiro da comunidade. Pe. Bertolino sempre dizia que o padroeiro deveria ser
São José Operário, patrono dos trabalhadores. Com mais de 80% dos votos, foi aprovada a sugestão de Pe. Bertolino e então a comunidade católica do Rio Branco passou a se chamar Comunidade São José Operário.
    As Missas continuavam sendo celebradas na escola e as reuniões aconteciam mensalmente nas casas dos membros do Conselho. Nesta época, o foco era a captação de recursos para a aquisição de um terreno. Sentia-se a necessidade de a comunidade ter seu próprio espaço físico para as celebrações e demais atividades pastorais. Dentre os muitos trabalhos realizados pelo CAEP na arrecadação de recursos, destaca-se a coleta de lixo reciclável, que contou com a participação de toda a comunidade e também de outras comunidades da Paróquia.
Álbum de Fotos - Capela São José Operário    Este trabalho foi além do objetivo financeiro quando muito lixo deixou de ser jogado na natureza. Em 2004, as famílias de Valdemar Huber e Eloi Huber presentearam a comunidade com a doação de um terreno localizado no Loteamento Jardim das Bromélias, com 5426m². A rua com 270m² que dá acesso a este terreno foi doada pelo senhor Gerson Maestri e família. Outra faixa de terra com 370m² foi também doada pelo senhor José Luiz Cunha (popular: Bóca).
    Através de campanhas e eventos promovidos pelo CAEP e o forte apoio da comunidade, foi adquirido ainda mais um lote com 1107m² no valor de R$ 20.000,00, totalizando uma área de 7173m²
    No final do ano de 2005 teve início a terraplenagem do terreno. Foi projetado um prédio com área de 800m² para abrigar os eventos e momentos de confraternização da comunidade, bem como um espaço para as celebrações, que aconteciam ainda na escola, mas agora aos sábados, às 17h30min.
    Em reunião com todo o conselho, foi marcada a data da primeira Festa do Padroeiro São José Operário para o dia 6 de Maio de 2006.
    Terminada a terraplenagem, foi agendado para dezembro de 2005, o início da construção do Centro Comunitário. A meta era construir para abrigar a festa e assim inaugurar as instalações do prédio.
    Mas a empresa não pôde cumprir o prazo e a obra teve início somente no mês de fevereiro de 2006, fato que causou grande preocupação de todo o Conselho, pois faltavam apenas três meses para o dia da festa. Tudo parecia correr bem até sermos surpreendidos pelo roubo de toda a fiação de cobre que trazia energia até o canteiro de obras, ocasionando mais despesas e atrasos. Embora algumas pessoas não acreditassem que terminaríamos no prazo, a equipe do Conselho nunca desanimou, pois nossa comunidade é feita de trabalhadores e empreendedores que com muitas doações e mutirões deram o apoio necessário para a conclusão da obra.
    Havia ainda os preparativos para a festa. Foram intermináveis reuniões, dezenas de telefonemas e quilômetros de estradas que, com certeza, valeram muito a pena.
Álbum de Fotos - Capela São José Operário    A missa da primeira festa do nosso Padroeiro foi presidida pelo Pe. Nicolau Augusto Heinzen e o diácono Sebastião Jacó Felipe. A Missa contou ainda com a presença e participação de toda a Paróquia. As comunidades atuaram na liturgia da Palavra, em um momento de muita riqueza espiritual. A imagem do padroeiro foi apresentada na Procissão de Entrada e no Ofertório foram lembrados, o saudoso Pe. Bertolino, os movimentos e Pastorais que já atuavam na Comunidade e também o Livro Ouro.
    Trata-se de um livro que percorreu as casas da comunidade com o objetivo de promover a primeira festa do padroeiro solicitando contribuições e colhendo assinaturas. Nele estão impressas a oração de São José Operário e uma mensagem em gratidão a todos que colaboraram nesse trabalho.
    Esta celebração da primeira Missa foi feita no galpão de eventos, pois o espaço construído pela capela não contava ainda com estrutura necessária para a realização da mesma. Não tínhamos sequer um altar apropriado. Foi então que começaram a surgir doações, tais como: sacrário, altar, cálices, âmbolas e demais materiais usados nas celebrações.
    Os bancos foram comprados para servir as mesas na festa e improvisados na capela, mas quase tudo que está dentro da capela, foi doado por pessoas, famílias e empresas da comunidade.
    As celebrações e Missas aconteciam como de costume nos primeiro e terceiro sábados de cada mês, às 17h30min. Sentimos, então, que a comunidade poderia crescer mais na espiritualidade com a relização de celebrações de culto litúrgico, pois nossa Paróquia conta com um Diácono permanente. Convidamos nosso Diácono Sebastião Jacó Felipe para transferir celebrações de culto nos segundo e quarto sábados de cada mês e fomos prontamente atendidos.
    A catequese acontecia nas salas de aula da escola, pois o prédio da comunidade não contava ainda com espaço para este fim. Através de propostas surgidas no CPC e o apoio e esforço das catequistas foi improvisado um local nas dependências da cozinha, onde passaram a acontecer os encontros de catequese.
    Os demais movimentos passaram também a usar o novo espaço para o trabalho de pastoral, enriquecendo ainda mais a espiritualidade da comunidade.
    Assim ia-se cumprindo a missão evangelizadora em comunhão com toda a Paróquia. Mas o trabalho não se limitou dentro do espaço físico, mas foi às ruas e casas com as visitas da recém formada Pastoral do Dízimo. O Fortalecimento dos encontros dos Grupos Bíblicos em Família ajudou em várias ocasiões a promover campanhas em prol de pessoas necessitadas. O grupo da Mãe Peregrina, o surgimento da Pastoral do Canto, os ministros da Comunhão visitando e levando Eucaristia às pessoas idosas e enfermas, a Liturgia da Palavra promovendo e formando novos Leitores, e as crianças que vieram dar sua contribuição para o envolvimento da Comunidade que se reúne aos sábados, enriquecendo as celebrações.


Texto: Jorge Pereira.
Revisão e Correção: Fabrício Luiz Rubik; Juliana Censati Rubik.
Edição e Revisão Final: Julio Boing Neto.

Álbum de Fotos:

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Álbum de Fotos

Horário das Celebrações:

Comunidade Rio Branco: Capela São José Operário

Sábados - 17h30min

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Coordenador: Jorge Pereira. Telefone: (47) 3350-5467

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